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29 de agosto – Visibilidade Lésbica: Lutar contra o machismo e a homofobia

Fonte: CSP Conlutas O dia da visibilidade lésbica, 29 de agosto, surgiu como parte da luta contra a homofobia e contra o machismo, uma combinação de opressões explosiva que proporciona para as mulheres lésbicas ou bissexuais situações constrangedoras de assédio e humilhação.  Apesar de a luta contra o machismo e a homofobia serem de todos […]

terça-feira 30 agosto 2011 às 13:46

Fonte: CSP Conlutas

O dia da visibilidade lésbica, 29 de agosto, surgiu como parte da luta contra a homofobia e contra o machismo, uma combinação de opressões explosiva que proporciona para as mulheres lésbicas ou bissexuais situações constrangedoras de assédio e humilhação.

 Apesar de a luta contra o machismo e a homofobia serem de todos os dias, o dia 29 de agosto marca as batalhas que são necessárias de serem dadas nesse sentido. Muitas mulheres homossexuais ou bissexuais sofrem com a enorme ocorrência de estupros corretivos.

 Os estupros visam mudar a orientação sexual de mulheres que gostam de se relacionar com outras mulheres. Em Julho deste ano, o mundo olhou para a onda de estupros desse caráter que ocorreu na África do Sul. Os dados foram alarmantes: mais de 10 lésbicas vem sendo estupradas por semana, em estupros coletivos ou individuais e isso só na Cidade do Cabo, capital do país.

 Esses casos são a expressão mais violenta de aonde pode chegar o ódio homofóbico e a violência machista. Para quem pensa que isso se localiza apenas na África do Sul, uma recente reportagem (“Gays são caçados nas favelas do Rio pelo tráfico e pela milícia”, escrita pelo jornalista Mahomed Saigg para o “O Dia”, do Rio de Janeiro, no dia 5 de julho) denunciou a situação da população LGBT nas comunidades mais pobres do Rio de Janeiro.

 Uma ex-moradora que havia se mudado para o Morro da Providência para viver com sua namorada decidiu sair do local porque os bandidos ameaçavam estuprar as lésbicas. “Fazem um terror psicológico insuportável (…), dizem que a garota só se tornou homossexual porque não conheceu homens de verdade. E que darão ‘um jeito’.” A reportagem revelou outro caso, como o de Jucyara que chegou a ser espancada por dois homens.

 A ideologia machista e homofóbica, muito aproveitada pelo capitalismo para explorar mais e para impor padrões de comportamento, colocam para as mulheres duas alternativas: uma é repressão da sexualidade das mulheres que as obriga a buscar um único e encantado homem a quem a mulher irá pertencer para o resto da vida. A outra alternativa é o tratamento das mulheres como pedaços de carne que devem servir aos prazeres sexuais dos homens.

 As mulheres lésbicas, por romperem com essas vias que a ideologia machista e homofóbica impõe acabam por sofrer com suas vidas e com muito sofrimento essas conseqüências. Acreditamos que para essa ideologia acabar, precisamos atacar o sistema político, econômico, social e cultural que a perpetua: o capitalismo.

 Como parte dessa luta, defendemos a ampliação dos direitos das mulheres e dos homossexuais. Acreditamos que a vitória conquistada com a aprovação para uniões estáveis homoafetivas deve se estender, ou seja, todos os direitos que são concedidos aos casais heterossexuais devem ser concedidos aos casais homossexuais. Acreditamos, assim, que o recuo de Dilma Roussef em relação aos kit’s anti-homofobia contribuíram para a perpetuação de ideologias que promovem a morte e o sofrimento de milhares de pessoas da comunidade LGBT no Brasil.

 Se a homofobia fosse tratada como crime, como prevê o PLC 122, esses casos de estupros e de agressão teriam menos recorrência e o sofrimento de muitas mulheres estaria amenizado. Por isso, acreditamos que é fundamental que este projeto de lei seja aprovado em sua versão original e recusamos as negociações e alterações feitas como fruto de concessões à bancada evangélica.

 Acreditamos que a luta da mulher lésbica é uma luta de toda a comunidade LGBT e de todos os setores oprimidos, junto com o conjunto da classe trabalhadora.

 Pelo fim da violência machista e homofóbica!

Pela aprovação imediata do PLC 122!

Scrok: 18 anos de estrada, incontáveis fãs

Da região Meio-Norte do Brasil sai um dos sons mais pancadas do metal brasileiro. O Scrok, banda que já está há 18 anos na estrada, reúne um público seguidor na cidade de origem da banda (Timon), em Teresina e por vários locais desse imenso Brasil. Fundado ainda em 1993, o Scrok já tocou com várias bandas de repercussão internacional, como Shaman, Krisiun e Angra.

Em 1998, a banda gravou a sua primeira demo tare intitulada “First” que teve boa aceitação por parte de público e crítica. Mais tarde a gravação de um CD demo intitulado “Real Truth” trazendo como novidade uma faixa interativa do videoclipe da musica “Real Truth”.

Após varias formações, em 2007 o Scrok deu uma parada nos shows. O retorno aconteceu este ano para dar continuidade à jornada pelo mundo do metal. Hoje a banda é composta por Felix Briano na bateria, Eduardo Splater e Juliano Sousa na guitarra, além do vocalista, baixista e fundador da banda, Valter Reis.

Antes de terminar o ano de maioridade, com o seu relançamento, o Scrok está finalizando um EP com três músicas: “Devastation in Amazon”, “Disgrace On line” e “Creeping Children Tales”. Além do EP, a banda está planejando fazer a gravação de videoclipes com a participação de convidados especiais que ainda são surpresa para o público.

Em julho, o Scrok fez um show om o Angra e nesse mês de agosto levantou o público do Festival Teresina é Pop.  As últimas apresentações provam que o Scrok arrasta adeptos e recém-conhecedores da banda e do estilo. O baixo e o vocal rasgado de Valter Reis, aliados ‘à bateria-metralhadora’ e aos solos de guitarra fazem os fãs vibrarem com o verdadeiro impacto do metal.

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