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Curso Gênero, Raça e Etnia: a palavra contra as desigualdes

O jornalista tem nas mãos uma ferramenta poderosíssima contra as desigualdades: a palavra. É o que afirma a , facilitadora do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que encerra na noite desta terça-feira (16), em Fortaleza. “Nosso maior desafio é superar estereótipos e omissão”, afirma. Fruto de um memorando de entendimento entre a Fenaj […]

quinta-feira 18 agosto 2011 às 13:26

O jornalista tem nas mãos uma ferramenta poderosíssima contra as desigualdades: a palavra. É o que afirma a , facilitadora do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que encerra na noite desta terça-feira (16), em Fortaleza. “Nosso maior desafio é superar estereótipos e omissão”, afirma. Fruto de um memorando de entendimento entre a Fenaj e a ONU Mulheres, o curso realizado pelo Sindjorce visa capacitar os profissionais para as temáticas em questão, garantindo uma cobertura plural. Na turma, além de estudantes e profissionais do Ceará, estava a jornalista Iane Carolina, do Piauí, enviada pelo Sintrajufe-PI especialmente para participar da capacitação.

O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros norteia a cobertura plural e atenta ao combate às desigualdades. O código máximo de conduta da categoria diz, por exemplo, em seu artigo 6º, inciso XI, que é dever do jornalista “defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial, as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias. Já o artigo 7º, inciso V, coloca que o profissional não “pode usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime”.

“O problema é que não temos um Conselho Federal de Jornalistas para acompanhar o exercício do profissional que afronta o Código de Ética, como têm os médicos, os advogados e tantas outras categorias”, comenta Cleidiana. Para ela, o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas tem conseguido ir além dos seus objetivos. Segundo a facilitadora, a participação quantitativa e qualitativa se repetiu em Fortaleza, terceira capital a receber o programa, após Manaus (AM) e Belém (PA). “E olha que a abertura do curso aconteceu no último dia de um feriado prolongado por conta da festa de Nossa Senhora da Assunção, padroeira local”, lembra.

Para Cleidiana, chama a atenção, na turma, a presença maciça de jovens tanto estudantes como profissionais inseridos em redação. “Os participantes contribuíram muito para aprimorar os debates sobre os conceitos dos temas do curso, principalmente no módulo sobre Jornalismo, Ética e Diversidade, apresentando casos locais para análise o que permitiu uma discussão ainda mais rica”.

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