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Fique de olho: confira o calendário da programação para as atividades dessa semana.

Todos os trabalhadores devem se fazer presentes, esse período é o determinante para que consigamos o que há muito lutamos, nosso reajuste salarial. Não vai cair do céu! Nós temos que lutar, já estamos 9 anos sem reajuste digno.

segunda-feira 1 junho 2015 às 4:27

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Conforme deliberado na assembleia geral realizada na última sexta, 29/05, os servidores do Judiciário Federal em Teresina decidiram intensificar a mobilização da categoria esta semana, visando à construção da greve pela aprovação do PLC 28/15 (revisão salarial) no Senado Federal, com a realização de assembleias: Na Segunda (01/06): Fórum e TRE às 8hs. Terça (02/06): Justiça Federal às 8hs. Quarta:(03/06): Greve – Assembleia Geral no Fórum Trabalhista.

 

Chega de enrolação.

Nossa categoria não tem data-base e, por isso, todo ano precisa reivindicar reposição dos salários. Ocorre que a última revisão salarial efetiva ocorreu ainda em 2006, com a aprovação do PCS III (Lei 11.416/2015), e os servidores, em busca da necessária reposição salarial, além de enfrentar a resistência dos sucessivos governos petistas e da base parlamentar aliada no Congresso Nacional, não contam com o devido e necessário apoio da direção do STF, que – sai presidente, entra novo presidente – aceita passivamente o desrespeito do Executivo à independência administrativa e autonomia orçamentária do Poder Judiciário. “Por que os magistrados tiveram aumento e os servidores do Judiciário não tiveram? Por que, enquanto é negada a revisão salarial e a data-base aos servidores, os magistrados voltam a receber o auxílio moradia e a gratificação por acúmulo de função? “. Agora o nosso papel é o de conquistar a aprovação da PLC 28/15 que repõe nossas enormes perdas salariais. Todos unidos e vamos a luta!

 

Dinheiro só para banqueiro e nada de reajuste salarial

Os números do corte orçamentário anunciado, nas semanas anteriores, pela presidente Dilma Rousseff são: 17 bilhões do Ministério das Cidades, 11 bilhões da saúde, 9,4 bilhões da educação, 5 bilhões do transporte, 5 bilhões da segurança. Tudo isso, para garantir o ajuste fiscal. Nada menos do que R$ 1,336 trilhão do orçamento de 2015 está reservado para o superávit primário, ou seja: para ser usado apenas para amortização dos juros da dívida. Uma dívida que não é nossa, tão pouco se sabe efetivamente se é pública. Sabe-se que existe uma determinação legal para que se faça uma auditoria da dívida, mas os governos não a respeitam, e que ela só aumenta para gerar lucros para os banqueiros. Lucros que não param de crescer. Os três maiores bancos do País atingiram, somente no primeiro trimestre deste ano, lucros de R$ 5,733 bi (Itaú), R$ 4,244 bi (Bradesco) e 684 milhões (Santander). Dizem que não tem dinheiro para o nosso reajuste, mas para banqueiro tem. É por isso que temos que ir para as ruas. Vamos defender a nossa revisão salarial. Vamos fortes para a greve!

Valentina Tereskova,

assessoria de comunicação/ sintrajufe-pi

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