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Pesquisa sobre o porte de armas no TRT 22: resultado indica uma Justiça do Trabalho dividida

Confira a nota do Sintrajufe Piauí e o resultado da Pesquisa

segunda-feira 22 março 2021 às 11:21

Nesta segunda-feira (22), o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Piauí (Sintrajufe Piauí) torna público o resultado da Pesquisa sobre uso de armas de fogo pelos Agentes de Segurança (Agentes de Polícia Judicial). Realizada virtualmente, a Pesquisa ouviu os servidores e servidoras do TRT da 22ª Região, durante dias 09 e 18 de março de 2021. Para explicar o resultado obtido no Questionário, o Sintrajufe Piauí produziu uma Nota Explicativa (Leia aqui).

Para o Diretor de Formação Política e Sindical do Sintrajufe Piauí, Pedro Laurentino, que é também integrante da Comissão de Segurança do TRT22, a Pesquisa revelou uma categoria dividia em relação ao uso de armas de fogo no Tribunal.

“Se há uma preferência, uma maioria admitindo o uso para efeito externo na execução de mandatos junto aos oficiais de justiça, por outro quase a metade é favor e a outra metade é contra. Isso demostra que a discussão é muito sensível, porque além de envolver segurança, envolve as nossas vidas. O que é aconselhável nesse momento é que a gente aprofunde a discussão com toda a categoria”, destacou.

Confira o vídeo completo do Diretor Pedro Laurentino sobre o resultado da Pesquisa sobre uso de armas de fogo pelos Agentes de Segurança (Agentes de Polícia Judicial). Assista: 

Na Pesquisa foram tabuladas 106 respostas, número representativo de trabalhadores e trabalhadoras do TRT 22 (mais de 1/3 dos lotados em Teresina). Para computar os votos, foram habilitados somente as respostas enviadas pelos servidores com matrícula regular, sendo eles servidores efetivos, ativos ou inativos, magistrados e ocupantes de cargos comissionados.

Confira o Resultado gráfico da pesquisa de porte de arma no TRT22

6 respostas para “Pesquisa sobre o porte de armas no TRT 22: resultado indica uma Justiça do Trabalho dividida”

  1. GABRIELLA STEPHANIE PEDROSA CAETANO disse:

    Quem conhece a carreira e as atividades desempenhadas são os próprios policiais judiciais, abrir uma enquete para servidores sem conhecimento técnico e expertise de causa é bastante temerário, para não dizer inoportuno.

  2. Luciano Amorin disse:

    Quando estamos com problemas dentários buscamos um dentista, não um médico ou enfermeiro. Quem sabe a real necessidade em portar uma arma de fogo são aqueles que irão operar segurança e policiamento. “É melhor deter um conhecimento e nunca precisar usar, do que precisar e não saber fazer”

  3. Lísias Filho disse:

    Falta de respeito com a polícia judicial! Vcs deveria tomar conta das demandas da categoria ao invés de colocar enquetes totalmente ideologicamente enviesadas!!! Enquete abusiva, desrespeitosa e presunçosa!! Quem vcs pensam que são para tal intromissão no mister de uma carreira??? Acaso policiais militares, civis ou penais não adentram armados no fórum para cumprir suas missões?!?? Respeitem a polícia judicial!!!

  4. Bruno V Feitosa disse:

    Com todo o respeito (e já aplaudo de antemão a iniciativa da enquete no TRT22)…

    Faltou a pergunta essencial:

    “Na iminência de um ataque perpertrado com facas ou arma de fogo, com risco a vida de todos os presentes, o que deveria um Agente desarmado fazer?:

    1. Enfrentar o perigo com risco a propria vida?

    2. Sair correndo e se esconder o mais longe possível?

    3. Dizer ao ameaçador que ele (o Agente) não decide os direitos de ninguém, e apontar que o gabinete do juiz e a vara ficão lá no final do corredor?

    4. Oferecer ao ameaçador um bombom? Uma agua, talvez? E dissuadi-lo de usar a faca ou a arma de fogo?
    (técnica humanistica para desconstrução de conflitos).

    Essas perguntas devem considerar a presença física do ameaçador dentro Forum, com faca ou arma de fogo.

    Enfim, É PRECISO CONTEXTUALIZAR A PERGUNTA DENTRO DE UMA SITUAÇÃO REAL!!!

    Desse jeito aí, sem contextualização, as respostas não refletirão o sentimento das pessoas na hipótese de riscos iminentes às suas próprias vidas.

  5. Ruam Leal disse:

    A pertinência ou não de uma necessidade, seja ela qual for, tem que ser dita por quem de fato está no contexto. Portanto, se as pessoas consultadas tiverem o mínimo de experiência com situações de crise, saberão responder esta ou qualquer consulta sobre o tema. Do contrário, serão meros espectadores/avaliadores de sofá!
    Por fim, senhores servidores, jamais se esquecem de quem será a primeira linha de defesa perante quaisquer ameaças sobre seus Tribunais.

  6. Bruno Wille disse:

    Como da para perceber, essa pesquisa não tem nenhum objetivo construtivo, visa tão somente dar publicidade a opinião de partidarios de uma ideologia desarmamentista. Como policial judicial, servidor do judiciário , estarei indo ao SINDICATO ME DESFILIAR,pois não posso mais
    conviver com tamanha falta de respeito e com minha categoria.

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